Nesse dia chegamos mais cedo para descutir os textos escolhidos.
Cada um pegou seu texto escolhido e "interpretou" para a plateia.
Senti mais dificuldade nessa parte dos alunos. Por isso resolvi trabalhar um exercicio de "conversaçao", em duplas os alunls deveriam conversar sobre um assunto aleatorio, do dia a dia, e entao de uma forma espontanea deveria inserir um "caco" do seu texto escolhido na conversa.
A minha ideia era que os textos fossem apropriados e fluissem de certa forma mais amaciada.
Fiz durante um tempo esse exercicio com os alunos. Logo depois pedi que falasse o texto mais uma vez, só que desta vez lembrando do exercicio que acabarm de realizar.
De certa forma deu certo, mas senti ainda a mecanicidade nas palavras. Alertei-os que simplismente falar o texto iria parecer palavras " vomitadas" o que quebraria a estetica do espetaculo.
As obsevacoes foram aceitas e continuamos a trabalhar no texto..
Houve evoluçoes.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Dia de interpretar.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Procedimento:
ResponderExcluirEscrita
Fala interna
Imagem interna
Regra de jogo - para o foco sair da fala.
Só quando o foco sai da fala que a fala torna-se espontânea.
O procedimento que vc aplicou é interessante porque a imagem do registro constituído com a fala cotidiana entre em jogo como uma camada subjacente. É um bom estratagema. Gera fala interna (o texto que antes era dito e agora não é mais funciona como uma fala interna). Gera imagem (a imagem do próprio ator no exercício anterior). Gera registro físico (mais ligado ao cotidiano).
Mas o texto é duro se você não trabalhar na sequência acima. Ele é uma rede dura, uma armadura. É preciso todo um processo para amaciá-lo. A sequencia acima é um jeito de encontrar a AÇÃO - subjacente à palavra. Para assim, ela se "encaixar".
Aplique!