terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Prender e fugir
Nesse dia evoluimos mais um passo.
Trouxemos ideias para desenvolver o espetaculo.
Vinda de experiencias anteriores, os alunos vieram com uma proposta de nao apenas recitar, pois muitos ainda se sentem timidos e dificuldade de falar em publico.
Entao Bryan trouxe um video onde mostrava uma dança contemporanea, onde um tecido em forma de tubo compunha o cenario. Foi interessante, todos gostaram dessa ideia e resolvemos desenvolver a partir disso. Ideias foram surgindo, se concretizando, modificando.
O tubo veio primeiramente como uma ideia de prisao, a moldura da sociedade.
Entao sugeri um trabalho parecido com o "pegar e largar", foi modificado para que a pessoa vai tentar pegar o proximo e ao mesmo tempo deve evitar de todo o modo que o outro agarre ele ( e se acontecer de prende-lo deveria tentar "fugir" ainda tentando prender o outro).
Foi um trabalho cansativo bem aproveitado pelos alunos.
Segundo os proprios relatos dos alunos foi uma experiencia diferente.
Apos o fim da atividade orientei a eles que diminuissem os movimentos ate que se tornassem espasmos e parassem completamente, respiaram e se concentraram por um momento no aue haviam presenciado.
Como restava um pouco para o fim da aula, orientei para que eles falassem o texto escolhido junto com os moviementos que registraram na atividade anterior.
Foi bastante produtivo, os relatos dos alunos e a diferença da dessa recitaçao do texto para a ultima foi uma evolucao incrivel. Notou- se a diferença.
Apenas leitura.
Nesse dia, separamos o tempo para conhecer o texto completo, separando os personagens e trabalhando a intençao na voz.
Por se tratar de uma leitura naquele momento, os alunos possuiram uma grande dificuldade em relaçao a procura e identificaçao da intençao do personagem.
Marcos e eu demos uma pequena aula sobre a leitura dramatica ( apesar de ser totalmente diferente e ir contra o teareo de rua) porem, o objetivo de saber dar a intençao do texto era importante.
Os alunos ainda tiveram dificuldades, mas aos poucos no decorrer dos textos foram bem orientados e retirando as duvidas que eles tinham.
Discutimos um pouco o texto, sobre cada um dos alunos e finalizamos o encontro.
Conhecendo a burrinha.
Nesse dia Recebemos mais uma vez o roteiro sobre o nascimento de "jesus cristinho".
Cada aluno recebeu seus personagens e depois da primeira leitura em grupo resolvemos tentar montar a primeira parte do auto de natal.
Como nao tinhamos conhecimento pleno do texto boa parte do texto acabou sendo improvisação. Uma parte interessante pois os alunos estavam euforicos e ao mesmo tempo "presos".
Já aviamos trabalhado improvisaçao anteriormente nas aulas. E eles se mostraram receosos mesmo com o texto na mão, mas conforme recebiam as orientaçoes eles se "soltavam".
A parte inicial do auto fluiu entre os alunos, foi encarado como uma grande brincadeira. O que foi bastante enrriquecedor para os alunos.
A expressao corporal deles foi bastante trabalhada mas ainda sim precisa ser dedicado mais tempo, pois nesse auto, por ser tradicionalmente ser feito como teatro de rua a expressao deve ser explosiva.
Em determinada parte do texto, a burrinha zabilin, ela entra pra brincar no meio da festa do jesus cristinho. Conhecemos sua historia e o seu proposito. Durante as passagens do texto há as coreografias. Recebemos a burrinha com uma coreografia feita por algumas alunas se tornando uma grande festa mesmo dentro da sala de dança.
Os alunos ficaram encantados. Na aula seguinte foi combinado de trazer a burrinha.
Na segunda parte do texto fizemos novamente a leitura, sentados em roda.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Dia dificil
Nesse dia tivemos um pouco mais de dificuldade para continuar a montar "High Hopes". Alguns alunos ainda nao haviam preparado os seus textos, o que atrasou um pouco o processo.
Desse modo, demos continuidade a coreografia (já aue nao estava nem na metade) e nos demos conta de que nao possuiamos uma musica tema. Mais uma dificuldade que achamos.
Esse dias os alunos estavam despersos e desconcentrados, prejudicou o processo e foi preciso " um pequeno puxão de orelha", pois estavamo a dias da apresentaçao e nao tinhamos nada definido.
Isso nao abalou o nosso trabalho, continuamos e de certa forma evoluimos mais depois da conversa, pois quase finalizamos a coreografia.
Na outra semana decidimos focar nos textos e nas suas composicoes.
Dia de interpretar.
Nesse dia chegamos mais cedo para descutir os textos escolhidos.
Cada um pegou seu texto escolhido e "interpretou" para a plateia.
Senti mais dificuldade nessa parte dos alunos. Por isso resolvi trabalhar um exercicio de "conversaçao", em duplas os alunls deveriam conversar sobre um assunto aleatorio, do dia a dia, e entao de uma forma espontanea deveria inserir um "caco" do seu texto escolhido na conversa.
A minha ideia era que os textos fossem apropriados e fluissem de certa forma mais amaciada.
Fiz durante um tempo esse exercicio com os alunos. Logo depois pedi que falasse o texto mais uma vez, só que desta vez lembrando do exercicio que acabarm de realizar.
De certa forma deu certo, mas senti ainda a mecanicidade nas palavras. Alertei-os que simplismente falar o texto iria parecer palavras " vomitadas" o que quebraria a estetica do espetaculo.
As obsevacoes foram aceitas e continuamos a trabalhar no texto..
Houve evoluçoes.
Finalizamos!!!
Nesse dia, fomos mais cedo para tentar finalizar toda a montagem do espetaculo.
Iniciamos a coreografia e continuaçao da mesma, foi ardua e trabalhosa, parece que nesse dia a criatividade fez falta em todo o grupo. Sentimos muita dificuldade na montagem.
Mesmo assim, eu e Bryan sempre incentivando e aniamndo os alunos, que começavam a desanimar.
Finalmente depois de muito trabalho do grupo terminamos a coreografia.
Reservamos mais uma parte do tempo para organizarmos a ordem de apresentaçao dos meninos.
Pensamos no inicio do espetaculo, meio e fim. Botamos tudo no papel e na proxima semana iriamos ensaiar pra valer.
O espetaculo se concretizou em uma colagem, uma mistura de dança, performance e teatro.
Foi um resultado que agradou a todos, nos satisfez e selamos o compromisso de nos entregar no ultimo ensaio antes da grande apresentaçao.
Coreografia 2· alternativa.
Nesse dia todos trouxeram ideias para a coreografia.
Videos e fotos foram expostas e construimos a coreografia aos poucos.
Tudo relacionado ao tema, que mais uma vez usamos para descutir sobre o seu conceito.
Essa aula foi bastante produtiva e cansativa. Repetimos o começo da coreografia enquanto bryan construia o tubo de tecido.
Tivemos a ideia inversa comparada a do principio sobre o tubo. Em vez de ser a prisao imaginamos como a "valvula de escape" da moldura da sociedade, seria o ponto de alivio para que a consciencia da marionete da sociedade tivesse sua voz.
E tambem surgiu como uma alternativa para que a timidez fosse perdida aos poucos, para que o texto nao fosse prejudicado.
Funcionou.
No final em trabalho coletivo montamos o tubo que faria parte do espetaculo com o tecido disponibilisado.
Ultimo ensaio.
Hoje é a semana que antecede a apresentaçao final.
Ensaiamos todo o espetaculo repetidas vezes, para ver as transiçoes, representar os textos com precisao e relembrar a coregrafia.
Tudo ocorreu bem, decidimos a nossa musica tema e o inicio do espetaculo.
Apresentamos para a professora Rejane para avaliaçao dela.
Ela opinou e aprovou o espstaculo, deu dicas fundamentais para melhorar o processo.
Tiramos hoje tambem para definir o personagem do Guy, que abriria o espetaculo. Pensamos no figurino e até na possivel personalidade que faria parte desse personagem. Foi tambem sugerido pela Rejane.
Ate esse momento quase concluimos a construçao, a outra parte ficou por conta do proprio aluno. Já que na melhor do que o proprio ator para faze- lo.
Nesse dia tambem decidimos e fabricamos os figurinos.
Brincando com o tecido 30/10
Nesse dia, usamos para definir o tema do espetaculo que iriamos apresentar na abertura de projetos de extensao.
Bryan sugeriu um tecido enorme para compor a apresentação.
Começamos a elaborar algumas ideias.
Mas como nao fluia entre o grupo, foi sugerido que intersgissimo com o tecido de alguma forma, entao trabalhamos com o tecido sobre nós e andando pelo espaço lentamente.
Foi bastante renovador paras as ideias de todo o grupo, recebemos e propomos ideias boas.
Foi a partir desse processo que decidimos o intuito do nosso espetaculo.
"High Hopes" surgiu como uma ideia em conjunto referente as molduras da sociedade, impostas sobre as pessoas.
O proximo passo é produzir o espetaculo.
Pedimos para escrever um texto ou procurar um trecho de musica ou poema que eles se identificasse para a proxima aula.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Frevo e Teatro
Iniciamos uma nova modalidade, o frevo veio como um ritmo mais acelerado o que animou a turma. Era um ritmo conhecido por todos e a experimentação com os passos foi bem recebida por parte dos alunos.
Começamos pelos passos mais simples e progredindo para os mais complicados. Variando entre os ritmos mais lentps e rapidos, oa alunos conseguiram aprender parte dos passos, somando a coreografia montada por eles mesmo com auxilo do professor Marcos Silva e a minha ajuda também.
Houve dificuldades em um passo onde necessita de coordenação motora, uma alternância muito rápida entre o lado direito e esquerdo. Percebi que necessita de um pouco mais de empenho dos alunos, entretanto a aquela altura da aula os alunos estavam esgotados, cansados por causa das repetiçoes, pequenos pontos que podem ser melhorados gradativamente.
Na segunda parte da aula retornamos para o texto do teatro de rua. Trabalhamos a expressao corporal especifica para o teatro de rua, ensaiamos a primeira parte do espetaculo e repassamos os cantos e as coreografias.
Finalizamos a aula.
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Marionetes
Na aula do dia 14/10, iniciamos a aula com um aquecimento proposto que chamamos de "marionetes". O intuito é que a turma dividida em duplas, um fará o papel de "condutor" da marionete que é direcionado ao outro componente. Não deve haver o contato entre os individuos, para fazer a "marionete humana" se movimentar, deve-se imaginar os fios que conduzem a mesma para fazer os movimentos desejados pelo condutor. Esse exercicio requer muita e trabalha a consciência corporal de ambos os alunos. Vejo que na turma ainda há essa dificuldade, há uma resistência pela maioria. O projeto vem com esse objetivo e toda aula retornamos com essas atividades para tornar um habito e não mais uma dificuldade.
Com o andamento dessa atividade e depois do revezamento entre as duplas, a ideia e a imagem construida a partir desse exercicio, começamos a planejar a construçao do espetáculo com a ideia da marionete.
As alunas necessitam de um trabalho mais objetivo quando refere-se a consiencia corporal, a concentraçao deve ser exercitada pois constantemente as alunas perdem e desconstroi de certa forma o trabalho sugerido.
Rafaela C.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Teatro e dança
Nas aulas de danças populares implantamos uma dinâmica de implantar a dança no meio do teatro.
A cada fim de aula, os alunos tem um espaço para mostrar o que eles sabem e aprenderam durante as aulas. Elas demonstraram uma grande variedade de artes, dança, canto e interpretação.
Começamos a introduzir os jogos da Spollin com eles, onde ensinamos os tres quisitos basicos para a criaçao de alguma cena, "o que, onde e quem". Como nunca tiveram o contato com um jogo de improvisaçao ficaram bastante receiosos e por isso incluimos como regra efetuar um dos passos de danças que eles aprenderam nas aulas, mas ainda continuaram "presos". A cada aula estamos introduzindo e progredindo nessa questao e que esta sendo bem aceito pelos alunos.
Como outro processo fizemos o jogo do "gato e rato" onde a atençao é essencial, de primeiro momento ele parece ser complexo, por isso trabalhamos isso como aquecimento para exercitar a prontidão do corpor, do reflexo rapido de responder a uma estimulo ou situaçao.
Voltamos a realizar o jogo da roda da dança do cacuriá, relembramos os passos e trabalhamos um pouco de coordenaçao motora.
Experimentamos no final da aula uma outra dança que é o makulêlê, os passos principais da dança e avançaremos nas proximas aulas.
Em construção...
Ainda dando continuidade do processo de conhecimento com o intuido de expandir os olhares para uma nova perspectiva: a do teatro.
Com a mesma atividade de confiança que realizamos no campus da universidade, houve a necessidade de experimentar mais esse processo em ambientes diferentes, que fossem comuns para os individuos, porem para que o olhar fosse diferente. O local escolhido foi a praia proxima a universidade. Nos econtramos no local e iniciamoa a atividade com um breve aquecimento, logo dividimos as duplas foram vendadas, exploramos todas as imediaçoes da praia, areia, água, plantas, asfalto. Os sentidos foram postos a prova, sensaçoes que antes eram normais agora se tornaram uma supresa, uma aventura de sentimentos. O frio da água não era o mesmo, o som do mar era mais alto assim como o dos carros ou bicicletas que passavam na ciclovia, as arvores tinham texturas que agora era diferente, gudo por conta de que a visão estava ausente. Os relatos dos alunos ao fim da atividade foram incriveis, eles mesmo assumen que a experiência é uma coisa que assusta ao primeiro momento, porém que com a entrega se torna única.
Nas aulas seguintes, usamos esses registros para criar pequenas cenas, com um jogo de "narrador", o jogo começa em uma roda, e um dos jogadores começa a contar um historia, a cada personagem que ele ia inserindo na historia os outros jogadores deveriam interpreta- los, porem sem falas (tarefa somente designada ao narrador da vez) fazendo a interpretaçao somente com o corpo. Tendo um inicio, meio e fim as historias sao contadas de forma improvisada e com muita intençao, já que so existem os movimentos.
Outro jogo tambem utilizado no processo foi o "congela" onde os jogadores dispostos em uma roda, é criado dois personagens e uma situaçao, os dois primeiros que dao inicio a cena permanecem no meio da roda, quando um jogador sentir vontade de interpretar um daqueles personagens ele fala "congela" e toma o lugar de um doa personagens, dando uma continuidade diferente da anterior. Esse jogo foi mais dinâmico e bem aceito pelos alunos, fizemos duas historias, alguns que nunca tiveram contato com uma cena de improvisaçao tiveram receio inicialmente, porem logo se adaptaram as regrasdo jogo.
Com tudo isso demos inicio a elaboraçao da apresentaçao que ocorrera no dia 25/11, pedimos para que escrevessem sua historia de vida e que depois partilhamos com a turma, um momento que possibilitou uma sensaçao de maior conhecimento do proximo. Uma aproximaçao melhor entre nós.
Como foi explicado no inicio do projeto, iremoa contar essas historias com o corpo, entao para aumentar a expressividade e o repertorio de movimentos fizemos 30 min de "dança maluca" onde o estilo era livre, depois desse processo começamos a "dar vida" ao nosso texto e a nossa apresentaçao. Ainda há uma dificuldade em conciliar os movimentos e a fala, o que está sendo trabalhada nas aulas.
Dinâmica na uvv
Nessa aula fizemos um pequeno aquecimento, ainda com base no conhecimento corporal e de confiança no parceiro.
Dividimos em duplas e na primeira parte, um aluno fica de costa para o outro e com os olhos fechados deve se manter contraido e se jogar para tras, tabalhando a confiança no proximo, fizemos o mesmo processo ficando de frente pro parceiro.
Ainda trabalhando a confiança usamos vendas para a proxima atividade. Um alunos deveria ficar vendado e o outro seguiria como guia, porem pernanecendo em silêncio. Usamos o todo o espaço da universidade para explorar.
Com essa experiencia também foi possivel perceber por relatos fos alunos, que os sentidos se aguçaram pela falta de um, os proprios sentiram, cheiros, texturas e sensaçoes diferentes por toda a caminhada de mais ou menos 30 minutos pelo campus, essencial para os registros.
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Conjunto
Nas aulas seguintes, foi proposto aos alunos que a cada final de aula um grupo selecionado na aula anterior, fosse responsável para ensinar um tipo de dança ( de preferência brasileira) para a turma. Isso faz com que aconteça uma aproximaçao e uma troca de aprendizado entre o grupo.
Os proprios alunos ajundam a lembrar os passos do cacuriá transformando a aula e tornando- a mais dinâmica.
A coreografia que ira compor a historia começou a ser construida com base no repertorio que criamos nas aulas.
Os alunos parecem empolgados com a historia e o comprometimento de todos na turma transforma o trabalho e faz com que fique agradavel.
Ponto de equilibrio.
Nessa aula, fizemos para iniciar um exercicio em que iriamos fazer a trânsferência do plano baixo, plano médio e plano alto em quanto caminhavamos. Começamis nos arrastando no chão, engatinhamos, andamos com os joelhos flexionados e funalmente em pé. Porém essas formas de andar deveri ser exploradas, de formas diferentes.
Logo depois utilizamos o auxilio de bolas para o proximo exercicio. O objetivo é encontrar o ponto de equilibrio corporal, o centro do corpo. A pessoa deveria ficar em pé e em cima da bola e quase sem apoio nenhum, deveria se equilibrar a partir do seu centro corporal encontrado a partir dos apoios. Em seguida, fizemos o mesmo exercicio sentados em cima da bola, onde deveriamos permanecer 30 segundos sem o toque dos pés no chão e depois fizemos deitados com a barriga para baixo.
Tudo para auxiliar o aluno a conhecer o seu proprio corpo e aprender a encontrar o seu ponto de equilibrio, tendo noção de todos os apoios que podem ser utilizados.
Dançando
A cada aula iremos aprender um ritmo diferente popular brasileiro. Começamos com o Cacuriá, caracteristico do nordeste e bastante familiar para o instrutor Marcos Silva. Fizemos a familiar roda e aprendemos alguns dos passos da dança. É muito semelhante com o forró, mas a arte brincante e a historia por tras dessa dança faz com que ela seje diferente e culturalmente rica.
As melodias que sao cantadas juntamente com o a brincadeira da roda, faz com que seje muito expressiva e querendo ou não se tornando um pequeno teatro de fato.
Os alunos se demonstraram disposos a aprender porem um pouco receiosos por ser um ritmo desconhecido para alguns. Porém, os cantos foram eficientes para descontrair, ajudando a quebrar um pouco da resistência na hora de se realizar os passos.