Na aula do dia 14/10, iniciamos a aula com um aquecimento proposto que chamamos de "marionetes". O intuito é que a turma dividida em duplas, um fará o papel de "condutor" da marionete que é direcionado ao outro componente. Não deve haver o contato entre os individuos, para fazer a "marionete humana" se movimentar, deve-se imaginar os fios que conduzem a mesma para fazer os movimentos desejados pelo condutor. Esse exercicio requer muita e trabalha a consciência corporal de ambos os alunos. Vejo que na turma ainda há essa dificuldade, há uma resistência pela maioria. O projeto vem com esse objetivo e toda aula retornamos com essas atividades para tornar um habito e não mais uma dificuldade.
Com o andamento dessa atividade e depois do revezamento entre as duplas, a ideia e a imagem construida a partir desse exercicio, começamos a planejar a construçao do espetáculo com a ideia da marionete.
As alunas necessitam de um trabalho mais objetivo quando refere-se a consiencia corporal, a concentraçao deve ser exercitada pois constantemente as alunas perdem e desconstroi de certa forma o trabalho sugerido.
Rafaela C.
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Marionetes
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Teatro e dança
Nas aulas de danças populares implantamos uma dinâmica de implantar a dança no meio do teatro.
A cada fim de aula, os alunos tem um espaço para mostrar o que eles sabem e aprenderam durante as aulas. Elas demonstraram uma grande variedade de artes, dança, canto e interpretação.
Começamos a introduzir os jogos da Spollin com eles, onde ensinamos os tres quisitos basicos para a criaçao de alguma cena, "o que, onde e quem". Como nunca tiveram o contato com um jogo de improvisaçao ficaram bastante receiosos e por isso incluimos como regra efetuar um dos passos de danças que eles aprenderam nas aulas, mas ainda continuaram "presos". A cada aula estamos introduzindo e progredindo nessa questao e que esta sendo bem aceito pelos alunos.
Como outro processo fizemos o jogo do "gato e rato" onde a atençao é essencial, de primeiro momento ele parece ser complexo, por isso trabalhamos isso como aquecimento para exercitar a prontidão do corpor, do reflexo rapido de responder a uma estimulo ou situaçao.
Voltamos a realizar o jogo da roda da dança do cacuriá, relembramos os passos e trabalhamos um pouco de coordenaçao motora.
Experimentamos no final da aula uma outra dança que é o makulêlê, os passos principais da dança e avançaremos nas proximas aulas.
Em construção...
Ainda dando continuidade do processo de conhecimento com o intuido de expandir os olhares para uma nova perspectiva: a do teatro.
Com a mesma atividade de confiança que realizamos no campus da universidade, houve a necessidade de experimentar mais esse processo em ambientes diferentes, que fossem comuns para os individuos, porem para que o olhar fosse diferente. O local escolhido foi a praia proxima a universidade. Nos econtramos no local e iniciamoa a atividade com um breve aquecimento, logo dividimos as duplas foram vendadas, exploramos todas as imediaçoes da praia, areia, água, plantas, asfalto. Os sentidos foram postos a prova, sensaçoes que antes eram normais agora se tornaram uma supresa, uma aventura de sentimentos. O frio da água não era o mesmo, o som do mar era mais alto assim como o dos carros ou bicicletas que passavam na ciclovia, as arvores tinham texturas que agora era diferente, gudo por conta de que a visão estava ausente. Os relatos dos alunos ao fim da atividade foram incriveis, eles mesmo assumen que a experiência é uma coisa que assusta ao primeiro momento, porém que com a entrega se torna única.
Nas aulas seguintes, usamos esses registros para criar pequenas cenas, com um jogo de "narrador", o jogo começa em uma roda, e um dos jogadores começa a contar um historia, a cada personagem que ele ia inserindo na historia os outros jogadores deveriam interpreta- los, porem sem falas (tarefa somente designada ao narrador da vez) fazendo a interpretaçao somente com o corpo. Tendo um inicio, meio e fim as historias sao contadas de forma improvisada e com muita intençao, já que so existem os movimentos.
Outro jogo tambem utilizado no processo foi o "congela" onde os jogadores dispostos em uma roda, é criado dois personagens e uma situaçao, os dois primeiros que dao inicio a cena permanecem no meio da roda, quando um jogador sentir vontade de interpretar um daqueles personagens ele fala "congela" e toma o lugar de um doa personagens, dando uma continuidade diferente da anterior. Esse jogo foi mais dinâmico e bem aceito pelos alunos, fizemos duas historias, alguns que nunca tiveram contato com uma cena de improvisaçao tiveram receio inicialmente, porem logo se adaptaram as regrasdo jogo.
Com tudo isso demos inicio a elaboraçao da apresentaçao que ocorrera no dia 25/11, pedimos para que escrevessem sua historia de vida e que depois partilhamos com a turma, um momento que possibilitou uma sensaçao de maior conhecimento do proximo. Uma aproximaçao melhor entre nós.
Como foi explicado no inicio do projeto, iremoa contar essas historias com o corpo, entao para aumentar a expressividade e o repertorio de movimentos fizemos 30 min de "dança maluca" onde o estilo era livre, depois desse processo começamos a "dar vida" ao nosso texto e a nossa apresentaçao. Ainda há uma dificuldade em conciliar os movimentos e a fala, o que está sendo trabalhada nas aulas.
Dinâmica na uvv
Nessa aula fizemos um pequeno aquecimento, ainda com base no conhecimento corporal e de confiança no parceiro.
Dividimos em duplas e na primeira parte, um aluno fica de costa para o outro e com os olhos fechados deve se manter contraido e se jogar para tras, tabalhando a confiança no proximo, fizemos o mesmo processo ficando de frente pro parceiro.
Ainda trabalhando a confiança usamos vendas para a proxima atividade. Um alunos deveria ficar vendado e o outro seguiria como guia, porem pernanecendo em silêncio. Usamos o todo o espaço da universidade para explorar.
Com essa experiencia também foi possivel perceber por relatos fos alunos, que os sentidos se aguçaram pela falta de um, os proprios sentiram, cheiros, texturas e sensaçoes diferentes por toda a caminhada de mais ou menos 30 minutos pelo campus, essencial para os registros.
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Conjunto
Nas aulas seguintes, foi proposto aos alunos que a cada final de aula um grupo selecionado na aula anterior, fosse responsável para ensinar um tipo de dança ( de preferência brasileira) para a turma. Isso faz com que aconteça uma aproximaçao e uma troca de aprendizado entre o grupo.
Os proprios alunos ajundam a lembrar os passos do cacuriá transformando a aula e tornando- a mais dinâmica.
A coreografia que ira compor a historia começou a ser construida com base no repertorio que criamos nas aulas.
Os alunos parecem empolgados com a historia e o comprometimento de todos na turma transforma o trabalho e faz com que fique agradavel.
Ponto de equilibrio.
Nessa aula, fizemos para iniciar um exercicio em que iriamos fazer a trânsferência do plano baixo, plano médio e plano alto em quanto caminhavamos. Começamis nos arrastando no chão, engatinhamos, andamos com os joelhos flexionados e funalmente em pé. Porém essas formas de andar deveri ser exploradas, de formas diferentes.
Logo depois utilizamos o auxilio de bolas para o proximo exercicio. O objetivo é encontrar o ponto de equilibrio corporal, o centro do corpo. A pessoa deveria ficar em pé e em cima da bola e quase sem apoio nenhum, deveria se equilibrar a partir do seu centro corporal encontrado a partir dos apoios. Em seguida, fizemos o mesmo exercicio sentados em cima da bola, onde deveriamos permanecer 30 segundos sem o toque dos pés no chão e depois fizemos deitados com a barriga para baixo.
Tudo para auxiliar o aluno a conhecer o seu proprio corpo e aprender a encontrar o seu ponto de equilibrio, tendo noção de todos os apoios que podem ser utilizados.
Dançando
A cada aula iremos aprender um ritmo diferente popular brasileiro. Começamos com o Cacuriá, caracteristico do nordeste e bastante familiar para o instrutor Marcos Silva. Fizemos a familiar roda e aprendemos alguns dos passos da dança. É muito semelhante com o forró, mas a arte brincante e a historia por tras dessa dança faz com que ela seje diferente e culturalmente rica.
As melodias que sao cantadas juntamente com o a brincadeira da roda, faz com que seje muito expressiva e querendo ou não se tornando um pequeno teatro de fato.
Os alunos se demonstraram disposos a aprender porem um pouco receiosos por ser um ritmo desconhecido para alguns. Porém, os cantos foram eficientes para descontrair, ajudando a quebrar um pouco da resistência na hora de se realizar os passos.